Pobre amor
Precário
amor
As folhas
secas
Tocadas em
dó
Maior pelas
Mãos do
vento
Se aglomeram
Sob a velha
árvore
Entre ramos
e galhos
Se condensam
Experimentam
E morrem
corroídas
Pelos cupins
Do tempo.
Nossos nomes
Feito à faca
Se apagam
com o vento.
Precário
amor.
Irineu Magalhães
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